12 julho 2007

O problema da qualidade de informação dada nas escolas e a necessidade de conhecimentos básicos no dia-a-dia.

Durante um churrasco, uma amiga de uma outra amiga minha tropeçou e caiu no chão suavemente.

Ela garantiu aos presentes que estava bem (aos que se ofereceram para chamar por Socorro) e que havia tropeçado no ladrilho por causa dos seus sapatos novos.

Os seus amigos ajudaram-na a levantar-se e trouxeram-lhe um novo prato de comida, enquanto ela parecia um pouco aturdida, tentando desfrutar da festa durante o resto da tarde.

Mais tarde, o marido ligou para os seus amigos informando-os que a sua mulher havia sido levada ao hospital, onde veio a falecer.

Havia sofrido um AVC (Acidente Vascular Cerebral) durante o churrasco.

Se o seu esposo e amigos soubessem como reconhecer um AVC, talvez hoje ela estivesse viva.

E o que é que este problema tem a ver com o ensino que actualmente é dado nas escolas?

É simples: Os conhecimentos que nos transmitem na escola, muitos deles são inúteis, não servem para nada, e aquilo que realmente interessa para a nossa sobrevivência não é transmitido no sistema de educação, senão vejamos …

Um neurologista afirma que se o chamarem dentro das primeiras 3 horas, os efeitos de um AVC podem ser revertidos totalmente.

Afirma que é crucial diagnosticá-lo e prestar assistência ao paciente nas três horas subsequentes.

Actualmente, os médicos estabeleceram uma regra para reconhecê-lo, mediante três simples perguntas:
1. Pedir que a pessoa sorria.

2. Pedir que a pessoa levante ambos os braços.

3. Pedir que a pessoa pronuncie uma frase simples e coerente, como por exemplo: “Hoje está um dia ensolarado.”.

Se ele ou ela apresentar dificuldades numa destas três questões, chame imediatamente o Socorro e descreva os sintomas.

Depois de descobrir que um grupo de voluntários que não são médicos podem identificar a debilidade facial, a debilidade motora dos braços e a debilidade na fala, os investigadores apelam ao público em geral para que aprenda estas três perguntas.

Uma maior divulgação deste teste pode facilitar um rápido diagnóstico e tratamento do AVC e evitar danos cerebrais.

Um neurologista disse que se cada um de nós soubesse isto, pelo menos, uma vida poderia ser salva.

E agora em que é que ficamos? Pois bem, eu digo-te que o falta nas escolas é o ensino destes pequenos pormenores que fazem toda a diferença entre a vida e a morte.

Isto é que é muito importante e mais uma vez repito-te que pode salvar a vida de uma pessoa.

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