26 setembro 2007

Site para encontrar namoradas no Afeganistão ...


Sem comentários …

Em plena montanha:

Um esquiador e um bêbado meteram-se pela montanha acima e foram surpreendidos por uma forte tempestade.

Já quase desesperados de se salvarem, vêm ao longe um São Bernardo com a sua barriquinha de whisky pendurada na coleira.

Grita aliviado o esquiador: “Lá vem o melhor amigo do homem!”.
Clama exultante o bêbado : "E traz um cão !"

Piada sem humor (No stand up comedy) …

Numa fila de entrada para o céu, diz um branco para um negro:

-O que estás aqui a fazer?
- Quero ir para o céu...
- Estás doido? Se o S. Pedro te vê aqui manda-te embora. Os negros não entram por esta porta. A única hipótese que tens é quando ele te perguntar o nome, dizeres o nome de um branco.

Entretanto o S. Pedro abre o postigo e pergunta:
- Quem é?
- Sou o Leonardo di Caprio!
S. Pedro olha para o negro, fecha o postigo, vira-se para o arcanjo e pergunta:
- Ó Gabriel... aquela cena do Titanic, foi naufrágio ou incêndio?

Onde te escondes no meio do mar?


A invisibilidade da capacidade ministerial ...


... é mais notória pelos cidadãos que, cada vez mais, desacreditam nos políticos ...

O autor do blog

Uma escapadela à Praia dos Carneiros em Pernambuco no Brasil ...

Estando em Porto de Galinhas, um dos passeios de um dia mais recomendáveis é à Praia de Carneiros.

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Carneiros é uma das praias mais bonitas do litoral pernambucano, talvez do Brasil. É praia de cinema, de propaganda, daquelas com direito a coqueiros na areia tombando sobre o mar ...


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... igrejinha centenária na beira da água, encontro das águas escuras do rio Formoso com as águas cristalinas do mar, manguezais que cercam a praia de areias brancas e clarinhas sem marcas de pegadas, restos de raízes e troncos de coqueiros tombados há anos na areia....


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A paisagem quase selvagem e inalterada desde o início do século - é o que torna Carneiros uma das mais atraentes do Brasil. Outra característica interessante é o fato raro de o estuário de um grande rio (o Formoso) desembocar em suas águas e na parte de mar aberto alguns trechos de paredões de arrecifes que formam áreas de águas tranquilas entre outras de mar aberto. É ainda curioso observar manguezais em plenos arrecifes, na água do mar.


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O acesso é difícil pra quem vem de Tamandaré e este é o motivo do local ser bem conservado e relativamente pouco frequentado.

A 120 km do Recife, no município de Rio Formoso, toma-se uma estrada de areia com cerca de 10 km e chega-se a Carneiros. É um excelente passeio, uma esticada de um dia a partir de Porto de Galinhas altamente recomendável.


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Cenário fantástico e diferente como poucos no litoral brasileiro, o melhor acesso a Carneiros, todavia, é pelo Resort Praia dos Carneiros, porque através dele, paga-se algo em torno de 50 Reais por pessoa e tem-se o direito de transporte por moderno catamarã até o praia, direito ao uso da infra-estrutura de praia do resort e uso das instalações do hotel.


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Depois da praia use as piscinas, banheiros, chuveiros e vestiários do hotel.

praia de carneiros piscina.jpg

O transporte do hotel, que fica no alto de uma colina, é feito por uma jardineira off-road ou a cavalo até a balsa, cujo trajeto pelo estuário do rio até a praia já vale pela belíssima paisagem.

A comida do "point de praia" é boa (com banheiros e chuveiros), quiosques de piaçava em plena areia com direito a mordomias do bar, mas a comida do almoço é bem fraquinha, só vale mesmo se estiver com muita fome. Se você for, leve algo pra comer (como um sanduíche natural, biscoitos, frutas) ou terá que encarar o rango estilo "frango com farinha"... A última balsa para retorno ao hotel é às 16:00h, o que significa que você pode chegar pela manhã e apssar o dia em Carneiros.

a praia de carneiros 6.jpg

O hotel também hospeda em bangalôs e apartamentos com vista para o mar, bem equipados com ar-condicionado, frigobar, TV e rede na varanda.

Fonte:

http://interata.squarespace.com/jornal-de-viagem/2006/8/3/praia-dos-carneiros-pernambuco.html

Deixei-o propositadamente para me encontrares ...

... antes que a maré encha ao final do dia.

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A Piscina-praia de Castelo Branco ...

“Vou de carro, tenho 750 lugares disponíveis para estacionar…Tenho nos balneários cerca de 1000 cacifos para guardar as minhas coisas e também as do resto da família… Posso tomar banho à vontade, tenho 3.950 metros quadrados de água… Estendo a minha tolha, tenho 80 hectares para o fazer …. Posso preferir a sombra e tenho á minha disposição cerca de 150 cadeiras e toldos para me darem todo o descanso de que preciso… No final do dia nada melhor que um duche descansado, sem confusão… os balneários têm capacidade para 1.000 pessoas.”

Piscina Praia de Castelo Branco

Estes são os números da nova piscina-praia de Castelo Branco.

O verão em Castelo Branco está mesmo diferente!

Faz aqui o Download de mais informações sobre a Piscina Praia.

Fonte:
http://www.cm-castelobranco.pt/piscina/index.html

Mas quais são as mulheres que não querem fazer compras ...

... nas grandes superfícies comerciais aos domingos à tarde, aos feriados ou a qualquer hora do dia e da noite?

Provavelmente nenhuma … a não ser aquelas que trabalham naquelas superfícies, o que é compreensível …

Mas lá que faz imensa falta é um facto inegável.

O autor do blog


Fontes:

http://dn.sapo.pt/2007/06/27/economia/mais_250_querem_hipers_abertos_domin.html

Lisboa, 27.06.07.

Mais de 250 mil querem hipers abertos ao domingo.

BE e PCP defendem mais restrições. PSD quer lei actual e PP não decidiu

A Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED) vai entregar uma petição na Assembleia da República a favor da abertura dos hipermercados aos domingos e feriados. A associação recolheu assinaturas de 250 mil consumidores, durante um mês, para apoiar este pedido.

O objectivo é alterar a actual legislação, que impede estabelecimentos comerciais com mais de dois mil metros quadrados de abrirem aos domingos à tarde e feriados.

Fonte oficial do Ministério da Economia, reiterou ao DN que o assunto "não está na agenda do Governo". Por outro lado, o PSD está satisfeito com a lei em vigor. "Este modelo é melhor do que um mais radical. Não defendemos o encerramento total do domingo, nem a total liberalização. A posição de princípio é manter a situação actual", afirmou ao DN o deputado Hugo Velosa. Por estas razões, o PSD "não deverá aceitar a posição da APED".

O Bloco de Esquerda já apresentou uma proposta na Assembleia da República com mais restrições do que o regime actual. O partido propõe o encerramento das superfícies com mais de dois mil metros quadrados aos domingos (todo o dia e não só à tarde).

Já o PCP defende que todas as lojas, independentemente da dimensão , devem estar encerradas ao domingo e feriados.

O CDS ainda não decidiu a posição a tomar, uma vez que esta matérias não é consensual. "Há deputados contra e outros a favor", afirmou ao DN o deputado Hélder Amaral, avançando que a nível pessoal "é contra" a proposta da APED. "Não sinto necessidade, essa liberalização não responde a um problema objectivo".

Para a APED, "já não restam dúvidas que os portugueses estão com a associação nesta luta contra a discriminação das grandes superfícies" o que "limita a opção de escolha e liberdade dos consumidores portugueses decidirem quando e onde querem fazer as suas compras".

Luís Vieira e Silva, presidente da associação, destacou os resultados de um estudo da Universidade Católica, segundo o qual 66% dos inquiridos se manifestaram favoráveis à abertura das lojas ao domingo à tarde. O responsável frisou ainda que estão em causa 147 estabelecimentos que, se abrissem nos períodos proibidos, iriam criar 4000 novos empregos directos, aos quais se juntariam vários postos indirectos em áreas como a segurança e limpeza.

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=248010&idselect=9&idCanal=9&p=200

2007-06-27 - 00:00:00

Abertura ao domingo - 250 mil a favor dos hipers.

Tiago Sousa Dias.

A maior petição feita nesta legislatura mostrou que os consu-midores querem que as grandes-superfícies estejam abertas ao domingo à tarde e nos feriados. A APED vai levar o assunto à Assembleia da República.

A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) recolheu, durante um mês, mais de 250 mil assinaturas a favor da campanha Domingos e Feriados Abertos. Agora vai enviá-las para a Assembleia da República e quer que a questão seja discutida em plenário. A associação defende que a abertura beneficia os consumidores e a economia, em particular através da criação de quatro mil empregos.

A campanha, que decorreu nas grandes- superfícies e na internet durante um mês, permitiu agora recolher 250 279 assinaturas, sucesso que superou as melhores expectativas da direcção da APED.

“É o sinal que faltava à associação para que esta causa seja tida em conta pelo Governo”, afirmou ontem o presidente da APED. É que a resposta do Executivo tem sido, de acordo com Luís Vieira e Silva, que a questão ainda “não está na agenda política”.

O objectivo da associação da distribuição é a revogação da lei, que data de 1996, a qual veio limitar o horário de funcionamento de superfícies comerciais com mais de dois mil metros quadrados. Uma limitação que atinge neste momento 147 hipermercados, entre lojas do sector alimentar e não alimentar.

A liberalização total dos horários trará benefícios económicos, inclusive a diminuição dos preços médios, e irá ao encontro das necessidades dos portugueses, segundo a associação.

Trabalho.

Portugal é, segundo Luís Silva, dos países em que as pessoas trabalham até mais tarde (73 por cento da população trabalha mais de 36 horas por semana e cerca de 50 por cento ao sábado) e onde a taxa de emprego feminina é mais elevada: 62 por cento, contra a média europeia, de 57 por cento.

Com a abertura dos 147 espaços comerciais seriam criados cerca de quatro mil empregos directos, não contabilizando, no entanto, os criados por todos os outros sectores dos serviços, nomeadamente os de segurança, higiene e logística, sublinhou o presidente da APED. Por outro lado, acaba com as “condições discriminatórias” actuais, que favorecem uns estabelecimentos em detrimento de outros.

A lei que limita os horários nas grandes-superfícies data de 1996 e visava, segundo Luís Silva, beneficiar o comércio tradicional, o que, em sua opinião, não se verificou. Opinião compartilhada por quem faz a defesa do encerramento, como é a Confederação do Comércio Português. E não beneficiou, porque “a própria dinâmica do negócio tem contornado esta restrição, abrindo superfícies com 1999 m2”. Segundo a CCP, desde 1996 “abriram 2000 novos estabelecimentos, cuja área, inferior a 2000 m2, lhes permite estar abertos ao domingo (supermercados, discounts, etc). Por outro lado, muitas das grandes lojas já existentes optaram também por reconverter os espaços, individualizando lojas contíguas, o que lhes permitiu continuar abertos ao domingo”.

Esquerda defende Encerramento.

O Bloco de Esquerda (BE) e o Partido Comunista Português (PCP) apresentaram já propostas legislativas e ambas vão no sentido do encerramento. O PCP defende que todas as lojas, independentemente da sua dimensão, deverão encerrar ao domingo. O Bloco de Esquerda, por seu lado, defende o encerramento das grandes-superfícies aos domingos de manhã, mas apenas na periferia dos grandes centros urbanos. No que respeita aos “centros comerciais e grandes-superfícies dentro das cidades, permanece inalterado”, adiantou ontem ao CM fonte do BE. Com esta proposta, o Bloco pretende “defender o comércio como factor de desenvolvimento urbano e trazer pessoas para o centro da cidade”.

Combustíveis mais Baratos.

Os hipermercados apresentaram em 2006 os preços médios mais baixos nos combustíveis, de acordo com o Relatório de Acompanhamento dos Mercados de Combustíveis Líquidos e Gasosos, elaborado pela Autoridade da Concorrência. Recorde--se que, por outro lado, tem havido uma combinação entre superfícies comerciais e postos de abastecimento de combustível, num sistema de troca de produtos, isto é, com talões de combustível tem-se acesso a vales de descontos em compras e os recibos das compras permitem obter descontos nos postos. Uma lógica que tem favorecido as empresas envolvidas nos dois sectores de negócios: distribuição e petrolíferas.

12,5 milhões de euros em remédios sem receita.

As grandes-superfícies e as lojas de rua já têm uma pequena fatia, cerca de 12,5 milhões de euros, dos 250 milhões de euros de medicamentos vendidos em Portugal sem receita médica. “Vamos continuar a assistir a uma forte aposta nesta área”, garantiu ontem o presidente da APED. A perspectiva do sector da distribuição é, assim, de crescimento não só devido à competição com as farmácias mas também porque a lista de medicamentos vai ser alargada, como anunciou recentemente o Governo. Segundo Luís Silva, em velocidade de cruzeiro, a quota de medicamentos sem receita fora das farmácias pode atingir os 25 por cento.

A venda de medicamentos nas grandes-superfícies está a correr de “forma exemplar”, sublinhou ainda Luís Vieira e Silva. “Nada se passou de grave. As pessoas não passaram a comprar medicamentos exageradamente”, afirmou, recordando que também aí contam com o apoio de um farmacêutico.

Contra: José António Silva, presidente da CCP

"O consumidor não tem falta de oferta aos domingos"

- Correio da Manhã – A confederação a que preside é contra a abertura aos domingos e feriados. Porquê?

- José António Silva – O consumidor não tem falta de oferta ao domingo. E com vários formatos à disposição. A abertura das grandes-superfícies é, na realidade, uma falsa questão, uma vez que estas restrições se aplicam a estabelecimentos com mais de 2000 metros quadrados, estando nesta situação apenas 0,1 por cento dos estabelecimentos, num universo de 70 mil lojas. E o que queremos para Portugal, é preciso recordar, é a regra vigente nos restantes países europeus.

- Mas faz assim tanta diferença? Afinal, estamos a falar de algumas horas ao domingo à tarde.

- Respondendo de outra forma: se o comércio encerrar ao domingo, com maior restrição do que a da actual legislação, o volume de negócios no comércio independente cresceria entre 15 a 20 por cento.

- O que propõe a CCP?

- Uma liberalização total na abertura para unidades comerciais até 300 m2, com situações particulares como lojas de conveniência ou áreas de serviço, e o encerramento total das restantes unidades, com autorização de funcionamento por um número limitado de domingos por ano, os oito actuais em Novembro e Dezembro.

A favor: Luís Vieira e Silva, presidente da APED

"Ter o direito de comprar nos dias e às horas que quer"

- Correio da Manhã – A APED defende a abertura das grandes-superfícies aos domingos à tarde e aos feriados. Porquê?

- Luís Vieira e Silva – Há dois tipos de razões: económicas e sociais. Permite a criação de quatro mil postos de trabalho, a revitalização do consumo, dinamização da produção nacional, e corrige uma grande distorção no mercado que permite que alguns espaços estejam abertos. Por outro lado, os consumidores precisam – e têm o direito – de fazer compras às horas e nos dias que querem ou precisam.

- Mas faz assim tanta diferença abrir ao domingo à tarde? Afinal, são algumas horas.

- Mas não são. Tendo em conta que muitas superfícies encerram às 23 horas, são cerca de mais dez horas, num total de 40 domingos. No final de um ano corresponde a um mês a mais. Mas mais pertinente é que o domingo é o segundo dia mais importante para os consumidores, logo a seguir ao sábado. Vê-se por aí a importância do domingo na vida familiar, que muitas vezes só dispõe desse dia para o aprovisionamento de bens.

- Contando apenas com a manhã?

- Há grande afluência ao domingo mas o problema é que as compras são feitas a correr, com o período de encerramento muito perto. Em consequência disso, as compras são feitas num ambiente de maior stresse, com mais filas nas caixas, com trânsito mais intenso. Muitas vezes, como não conseguem fazer as compras, os consumidores são obrigados a fazer mais deslocações. Já para não falar ainda que a qualidade do serviço prestado nas lojas fica em causa.

Números

- 12 mil milhões de euros foi quanto facturaram as empresas de distribuição nas vendas em 2006, segundo as estimativas.

- 56 mil pessoas trabalham nas empresas portuguesas de distribuição, segundo a associação do sector, a APED.

- 16 000 lojas de distribuição, com um total de 1,5 milhões de metros quadrados, estão espalhadas por Portugal.

- 2,3mil milhões de euros foi a facturação da Modelo Continente em 2006, a líder de vendas de entre as empresas associadas da APED.

- 86 é o número de empresas filiadas na Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED).

- 8,9% foi a percentagem de aumento da facturação da distribuição no ano passado face a 2005.

Notas

Limitações desde 1996

A lei de 1996 impede que os estabelecimentos comerciais com mais de dois mil metros quadrados abram ao domingo à tarde e nos feriados

Superfícies são 147

O universo de superfícies abrangidas pelas actuais restrições (abertura livre no período natalício) são 147, de acordo com a associação do sector

Distribuição vale 7% do PIB

A distribuição criou, nos últimos quatro anos, 16 mil postos de trabalho directos e representou em 2006 sete por cento do Produto Interno Bruto (PIB)

Situação em alguns países da europa

Alemanha

- Só abrem excepcionalmente

Bélgica

- Abertos três vezes por ano

Dinamarca

- Abertos entre as 10h00 e as 17h00, no primeiro domingo de cada mês, e lojas com menos de 27,1 milhões de coroas por ano

França

- Podem abrir, mas os trabalhadores não podem trabalhar

Grécia

- Fechados

Irlanda

- Abertos, mas não podem vender álcool antes das 12h30

Itália

- Fechados

Suécia

- Abertos

Reino Unido

- Abertos

Raquel Oliveira

http://noticias.rtp.pt/index.php?article=288141&visual=16

Petição de 250 mil consumidores leva à AR abertura dos hipers ao domingo.

Hipermercados poderão estar abertos aos domingos e feriados

Mais de 250 mil consumidores assinaram uma petição a favor da abertura das grandes superfícies ao domingo e feriados, um argumento que as empresas de distribuição vão levar à discussão na Assembleia da República, tentando revogar a actual lei.

O presidente da Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED), Luís Vieira e Silva, anunciou hoje a forte adesão dos portugueses à campanha "Domingos e Feriados Abertos", que conseguiu reunir 250.279 assinaturas num mês, entre 4 de Maio e 3 de Junho, em cerca de 200 lojas, de várias insígnias das áreas alimentar e não-alimentar, em todo o país.

Salientando que se trata de "números auditados", o representante das empresas da distribuição explicou que a petição vai ser entregue na Assembleia da República, propondo a discussão em plenário de um assunto que reúne o acordo de muitos portugueses, sendo dado a conhecer também ao governo e "a todos os sectores com relevância social".

O objectivo é alterar uma lei de 1996 que impede os estabelecimentos comerciais com mais de dois mil metros quadrados de abrir ao domingo à tarde e nos feriados.

Após esta campanha, atendendo ao número de apoios recebidos, a APED considera "já não restarem dúvidas que os portugueses estão com a associação nesta luta contra a discriminação das grandes superfícies" o que "limita a opção de escolha e liberdade dos consumidores portugueses decidirem quando e onde querem fazer as suas compras".

Estão em causa 147 lojas que, se abrissem naqueles períodos, "iriam criar quatro mil novos empregos directos", a que deve juntar-se mais um determinado número de postos de trabalho indirectos em áreas como a segurança ou a higiene.

A abertura daqueles estabelecimentos também iria aumentar o consumo privado e contribuir para o decréscimo do preço médio do cabaz de compras do consumidor, devido à maior concorrência e produtividade, frisou Vieira e Silva.

Para este responsável, a actual lei tem várias desvantagens, começando por não satisfazer os consumidores, além de "criar desequilíbrios entre operadores, inibir investimentos dos empresários da distribuição e da indústria e prejudicar os portugueses".

Entre os exemplos avançados como prejudicando o consumidor está o facto de existir em Portugal a mais alta taxa de emprego entre as mulheres (62 por cento trabalham fora de casa), a que se junta a existência de jornadas de trabalho mais extensas que nos restantes países europeus e de 49 por cento da população trabalhar ao sábado.

Este conjunto de especificidades que caracterizam a sociedade portuguesa reduzem o tempo disponível para fazer compras e conferem importância ao facto de as lojas puderem abrir ao domingo e feriados, salientou o presidente da APED.

A APED já teve reuniões com o ministro da Economia e Inovação e com o secretário de Estado do Comércio, mas os responsáveis governamentais disseram que "este assunto não está na agenda do governo" nos próximos tempos.

Entretanto, na Assembleia da República, o Bloco de Esquerda apresentou uma proposta no sentido de encerrar os estabelecimentos com mais de dois mil metros quadrados ao domingo (todo o dia) e feriados, enquanto o PCP defende que todas lojas, independentemente da dimensão, devem estar fechadas ao domingo e feriados, conforme recordou uma fonte da APED.

Segundo dados da Associação, nos últimos quatro anos, o sector criou 16 mil postos de trabalho directos e contribuiu para o desenvolvimento económico com um volume de negócios superior a 11 mil milhões de euros em 2006, representando sete por cento do Produto Interno Bruto (PIB).

LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.

2007-06-26 13:55:01

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?div_id=1728&id=825510&main_id=

APED vai levar dossier à Assembleia da República.

Petição para hipermercados abertos aos domingos reuniu 250 mil assinaturas.

2007/06/26, 13:18, Rui Pedro Vieira.

A campanha de recolha de assinaturas para assegurar a abertura dos hipermercados aos domingos e feriados, promovida pela Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), reuniu um total de 250.279 assinaturas.

Assinaturas que, segundo informou a entidade esta terça-feira, foram recolhidas entre os dias 4 de Maio e 3 de Junho.

A recolha decorreu nas grandes superfícies e no site criado para o efeito, pelo que a APED se prepara para entregar as assinaturas na Assembleia da República de forma a que o assunto seja discutido em plenário pelos deputados.

«Achamos que mais de 250 mil assinaturas é número suficiente para voltar a colocar o assunto em cima da mesa», disse aos jornalistas o presidente da associação, Luís Vieira e Silva, sublinhando que «este não é um abaixo-assinado que se fez à porta de uma loja».

Em causa está a tentativa de mudar a lei que, para minimizar o impacto das grandes superfícies junto do mercado tradicional, impede que os hipermercados estejam abertos depois das 13h00 nos domingos e feriados.

«Neste momento, e após esta adesão massiva por parte dos consumidores portugueses, o Governo não se pode esconder atrás de uma lei que está desajustada dos tempos actuais, que é discriminatória, que prejudica a economia portuguesa e o emprego», referiu Luís Vieira e Silva.

Comércio tradicional não ficou a ganhar com encerramento

Ciente de que esta questão tem «sido cíclica mas permanente», o presidente da APED reiterou «que o comércio tradicional não ganhou com esta lei. É mesmo um tipo de legislação que desencadeou algo em que ninguém ganhou e todos perderam».

No início do mês, a associação foi recebida pelo ministro da Economia, Manuel Pinho, que, segundo comunicado divulgado pelo Governo na altura, «demonstrou plena compreensão e sensibilidade pelos argumentos aduzidos pela APED» e considerou «este primeiro encontro muito positivo».

Sem avançar pormenores sobre o teor da reunião com Manuel Pinho, Luís Vieira e Silva disse saber que a mudança da lei «não está nas prioridades deste Governo», mas acrescentou que «o ministro da Economia, como economista que é, terá acolhido bem os nossos argumentos».

A APED defende que a extensão do horário dos hipermercados para os domingos e feriados «estimulará a criação de emprego, aumentará o consumo privado e irá ter consequências no decréscimo do preço médio do cabaz de compras para o consumidor, induzido pela maior concorrência e maior produtividade».

A arte de deixar um homem louco …

… é não mostrar nada …

… ou evitar, a todo o custo, mostrar tudo, …


… e, ao mesmo tempo, conseguir reprimir eventuais manifestações de desejos ...


... para boa entendedora, meio gesto basta.


O autor do blog

Porque é os homens já não gostam das mulheres magras?

São os efeitos da campanha publicitária chocante “No Anorexia Nolita” …




Cada mulher, hoje em dia, tem direito à sua maluquice … ou a um “Karma” desviante!

1 - A Dita Von Tees é que faz bem em cometer o pecado, de vez em, quando abusa moderadamente do “Cointreau” …



2 - A Alicia Silverstone teima em ser vegetariana …




3 - A Gisele Bundchen dedica-se às suas chinelas de praia …



4 - A Daria Werbowy ficou, de repente, doida por malas (aliás, todas as mulheres o são) …




5 - A Maggie Gyllenhaal adora receber em casa facturas astronómicas da PT …



6 - A Keira Knightley apaixonou-se pelo perfume “Coco Mademoiselle” da Chanel (se não fosse o preço, todas as mulheres o fariam) …



Todas Elas têm em comum o facto de serem magras e … estranhamente, cada uma delas é diferente devido à sua paranóia que não tem explicação médica: É a razão pela qual Eles começam a olhar cada vez mais para as meninas “Dove” …

O autor do blog

Fontes de inspiração:

http://www.fashionblog.it/post/3818/campagna-choc-no-anorexia-nolita

http://style.popcrunch.com/italian-designer-nolita-no-anorexia-ad/

http://www.designboom.com/weblog/read.php?CATEGORY_PK=&TOPIC_PK=1676

http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=857683

Publicidade chocante contra a anorexia.

2007/09/24 | 17:07.

Acontece em Itália, onde Toscani fotografou uma modelo extremamente magra.

Uma publicidade afixada em gigantes placares na cidade de Roma está a chocar os italianos. Trata-se de uma campanha da marca «Nolita» intitulada «Não à Anorexia», com fotografias de Oliviero Toscani, o polémico fotógrafo que trabalhou para a Benetton entre 1982 e 2000.

Tratam-se de imagens cruas, com uma mulher extremamente magra a posar completamente nua. A modelo é a francesa Isabell Caro, que já tem estado associada a este tipo de campanhas contra a anorexia. O seu corpo de apenas 31kg serve de testemunha para esta nova abordagem, que pretende chamar a atenção para as jovens, que tantas vezes sofrem deste problema.

Em entrevista à revista Vanity Fair, a modelo que aparece na imagem contou o seu trajecto até ao estado actual, confessando que começou a ter problemas aos 15 anos, com evidentes repercussões para a saúde.

http://www.rtp.pt/index.php?article=299458&visual=16

Campanha publicitária em Itália alerta para a anorexia.

Uma campanha publicitária de moda com a fotografia de uma jovem excessivamente magra chegou segunda-feira às ruas italianas, num gesto de sensibilização para a anorexia, considerado "banal" e "exagerado" por especialistas da doença.

Isabelle Caro, francesa, pesa apenas 31 quilos e é o rosto da campanha da marca Nolita, que acolheu a ideia original do fotógrafo Oliviero Toscani, conhecido pelos seus trabalhos chocantes para a Benetton.

As fotografias, que aparecem em grandes cartazes publicitários nas ruas das principais cidades italianas e numa dupla página do diário La Reppublica, mostram a jovem completamente nua, de costas ou de frente, e com as palavras "Não-Anorexia".

As imagens, que têm emocionado a opinião pública pela sua crueza e que levaram o estilista Giorgio Armani a considerar "justas e oportunas" tais campanhas publicitárias, são contestadas por especialistas.

A presidente da Associação para o Estudo e Investigação sobre a Anorexia, Fabiola de Clercq, considerou "um exagero" mostrar o corpo da jovem "de uma maneira tão crua", acrescentando que as fotografias podem provocar em muitas raparigas doentes "uma espécie de inveja" em relação à magreza de Isabelle.

Por sua vez, o presidente da Associação Italiana de Problemas da Alimentação e do Peso, Riccardo Dalle Grave, sustentou que as imagens tornam "banal um problema sério".

Isabelle Caro decidiu posar nua "para que as pessoas saibam e vejam o que é realmente a anorexia", um distúrbio alimentar que, no seu caso, foi motivado por desavenças familiares.

"Escondi-me durante muito tempo. Agora quero mostrar-me sem medo, ainda que o meu corpo cause repugnância. Os sofrimentos físicos e psicológicos que padeci podem servir de ajuda a quem caiu na situação da qual estou a tentar sair", afirma a jovem, em entrevista à revista de moda Vanity Fair, no seu próximo número a sair para as bancas.

Luísa Bertoncello, administradora-delegada da Flash and Partner, grupo que detém a marca Nolita, confessou que ficou emocionada quando viu as imagens pela primeira vez, devido à sua "verdade", e entendeu que "era justo usar a publicidade como meio de sensibilização para os males da sociedade".

A campanha publicitária, que coincide com a Semana da Moda Feminina de Milão, é apoiada pelo Ministério da Saúde italiano.

LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.

2007-09-25 01:30:01

http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/070924/entretenimento/cultura_moda_anorexiacartaz_pol


Foto de anoréxica nua alerta para a doença em cartazes de Milão.

Seg, 24 Set, 03h23.

ROMA (Reuters) - A foto de uma anoréxica nua foi publicada em jornais e outdoors italianos para ressaltar os efeitos da doença durante a semana de moda de Milão, mas ao mesmo tempo promovendo a marca de roupas Nolita.

Embaixo da foto da mulher vem a frase: "Anorexia não." A foto foi tirada pelo polêmico fotógrafo Oliviero Toscani, que em 1992 fotografou um homem morrendo de Aids para uma campanha da Benneton.

O objetivo de Toscani era "usar aquele corpo nu para mostrar a todo mundo a realidade dessa doença, causada na maioria dos casos pelos estereótipos impostos pelo mundo da moda", disse a Flash&Partners, dona da marca, numa nota.

"Todo mundo diz que é feio, mas não acho, realmente passa o recado", disse Giuseppina Ravelli, depois de ver o outdoor em Milão.

Para a presidente da Associação para o Estudo da Anorexia da Itália, Fabiola De Clercq, a mulher retratada deveria estar internada, e a imagem é "crua demais". Ela acha que, em vez de ajudar as mulheres que sofrem de anorexia, a foto pode fazer com que muitas delas sintam inveja da modelo e queiram ficar ainda mais magras que ela.

As modelos supermagras foram alvo da atenção da imprensa mundial no ano passado quando a semana da moda de Madri proibiu a presença de modelos com índice de massa corpórea (IMC) de menos de 18 nas passarelas. O IMC é obtido dividindo o peso em quilos pelo quadrado da altura em metros.

Milão respondeu anunciando um novo código de conduta para as passarelas, que obriga as modelos a ter exames médicos.

A campanha da Nolita recebeu o apoio do Ministério da Saúde da Itália, e a nota cita a ministra Livia Turco dizendo que ela "promove a responsabilidade para com o problema da anorexia".

http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=54&ContentId=220013

Itália.

25-09-2007 8:17.

Campanha alerta para a anorexia.

Desde segunda-feira, estás nas ruas italianas um campanha de moda com a fotografia de uma jovem excessivamente magra, num gesto de sensibilização para a anorexia.

A francesa Isabelle Caro, que pesa apenas 31 quilos, é o rosto da campanha da marca Nolita, que acolheu a ideia original do fotógrafo Oliviero Toscani, conhecido pelos seus trabalhos na Benetton.

As fotografias, que aparecem em grandes cartazes publicitários nas ruas das principais cidades italianas e numa dupla página do diário “La Reppublica”, mostram a jovem completamente nua, de costas ou de frente, e com as palavras "Não-Anorexia".

As imagens, que têm emocionado a opinião pública pela sua crueza e que levaram o estilista Giorgio Armani a considerar "justas e oportunas" tais campanhas publicitárias, são contestadas por especialistas.

A presidente da Associação para o Estudo e Investigação sobre a Anorexia, Fabiola de Clercq, considerou "um exagero" mostrar o corpo da jovem "de uma maneira tão crua", acrescentando que as fotos podem provocar em muitas raparigas doentes "uma espécie de inveja" em relação à magreza da rapariga.

Isabelle Caro decidiu posar nua "para que as pessoas saibam e vejam o que é realmente a anorexia", um distúrbio alimentar que, no seu caso, foi motivado por desavenças familiares.

"Escondi-me durante muito tempo. Agora quero mostrar-me sem medo, ainda que o meu corpo cause repugnância. Os sofrimentos físicos e psicológicos que padeci podem servir de ajuda a quem caiu na situação da qual estou a tentar sair", afirma a jovem, em entrevista à revista de moda “Vanity Fair”, no seu próximo número a sair para as bancas.

A campanha publicitária, que coincide com a Semana da Moda Feminina de Milão, é apoiada pelo Ministério da Saúde italiano.

25 setembro 2007

A história dos sapinhos ... Uma lição de vida.



Era uma vez um grupo de sapinhos ...

… que organizaram uma competição.

O objectivo era alcançar o topo de uma torre muito alta.

Uma multidão juntou-se em volta da torre para ver a corrida e animar os competidores ...

A corrida começou ...


Sinceramente: Ninguém naquela multidão toda realmente acreditava que sapinhos tão pequenos pudessem chegar ao topo da torre.

Eles diziam coisas como:

“Oh, é dificil demais!! Eles nunca vão chegar ao topo.”

ou:

“Eles não tem nenhuma hipótese de sucesso. A torre é muito alta!”.

Os sapinhos começaram a cair.

Um por um...

... Só uns poucos continuaram a subir mais e mais alto ...

A multidão continuava a gritar: “É muito difícil!!! Ninguém vai conseguir!”.

Outros sapinhos cansaram-se e desistiram ...

...Mas um continuou a subir, e a subir ...

Este não desistia!

No final, todos os sapinhos tinham desistido de subir a torre.
Com excepção do sapinho que, depois de um grande esforço, foi o único a atingir o topo!


Naturalmente, todos os outros sapinhos queriam saber como ele conseguiu!!!

Um dos sapinhos perguntou ao campeão como ele conseguiu forças para atingir o objectivo?

E o resultado foi …

Que o sapinho campeão era …


… surdo!?!?!?



A moral da história é:

Nunca dês ouvidos a pessoas com tendências negativas ou pessimistas ...

…porque eles tiram-te os sonhos e os desejos mais maravilhosos.

Aqueles que tens no coração!

Lembra-te sempre do poder das palavras.

Porque tudo o que quiseres ouvir e ler irá afectar as tuas acções!

Portanto:

Sê sempre …

Positiva!

E acima de tudo:

Sê surda quando as pessoas dizem que tu não podes realizar os teus sonhos!

Pensa sempre:

Eu posso fazer isto!

Isto pode aplicar-se aos outros “sapinhos” de quem tu tanto gostas.

Dá-lhes motivação!!!

O autor do blog

Porque é que os carros da polícia de trânsito são tão diferentes no mundo?

Quando estiveres com o teu carrinho “deslizando” a 180 kms./hora e perceberes que os carros da polícia não conseguem perseguir-te, lembra-te: Sorte a tua de estares nesse tal país tão atrasado …

Estados Unidos da América - Corvette – Dos zero aos cem quilómetros (0-100) em cinco (5) segundos – 260 kms./h..

Itália - Lamborghini - 0-100 em 3,2 segundos – 310 kms./h..


Alemanha - Porsche - 0-100 em 4,3 segundos – 310 kms./h..

Japão - Mitsubishi - 0-100 em 4 segundos – 270 kms./h..


Inglaterra - Lotus - 0-100 em 4 segundos – 300 kms./h..


França - Peugeot - 0-100 em 6 segundos – 250 kms./h..

Suíça - Audi TT - 0-100 em 7 segundos – 220 kms./h..

Brasil - Carocha - 0-100 em 55 segundos – 110 kms./h..

BBBBrrrruuuuummmmm!.....



E se achas que no Brasil é mau, então num país que tão bem conheces …


Jipe de marca "marada" - 0-100 - Nunca na vida!
0,5 kms./h., e na melhor das hipóteses! ...

Bar (para bêbados) - Obra prima da arquitectura holandesa.






Anúncios fúnebres no jornal de Angola ...

Cuecas enganadoras …



… talvez sejam adequadas para quem se gosta enganar, quem sabe?