06 agosto 2007

Localização dos Radares na Capital.

Se este mapa for verdadeiro só é multado quem quiser!

Discordo do exagero, especialmente da imposição de velocidades ridiculamente baixas para determinadas vias, mas pelo menos o jogo é limpo.

Todos sabem que os radares estão lá, ao contrário da caça à multa efectuada pelas patrulhas nas estradas, muitas vezes em locais sem qualquer perigo, tipo rectas, onde logicamente se circula mais depressa …

Afinal sabes ou não o que é Tautologia?

É o termo usado para um dos vícios de linguagem.

Consiste na repetição de uma ideia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.

O exemplo clássico é o famoso “subir para cima” ou “descer para baixo”.

Mas há outros:

- elo de ligação

- acabamento final

- certeza absoluta

- quantia exacta

- nos dias 8, 9 e 10, inclusive

- como prémio extra

- juntamente com

- expressamente proibido

- em duas metades iguais

- sintomas indicativos

- há anos atrás

- vereador da cidade

- outra alternativa

- detalhes minuciosos

- a razão é porque

- anexo junto à carta

- de sua livre escolha

- superávit positivo

- todos foram unânimes

- conviver junto

- facto real

- encarar de frente

- multidão de pessoas

- amanhecer o dia

- criação nova

- retornar de novo

- empréstimo temporário

- surpresa inesperada

- escolha opcional

- planejar antecipadamente

- abertura inaugural

- continua a permanecer

- a última versão definitiva

- possivelmente poderá ocorrer

- comparecer em pessoa

- gritar bem alto

- propriedade característica

- demasiadamente excessivo

- a seu critério pessoal

- exceder em muito

- tenho um amigo meu

- suicidar-se

Repara que todas essas repetições são dispensáveis.

Por exemplo, o termo “surpresa inesperada”.

Conheces alguma surpresa esperada? É óbvio que não.

Por isso, deve-se evitar o uso das repetições desnecessárias.

Está atenta nas expressões que usas, no teu dia-a-dia, para ver se não estás a cair nesta armadilha.

Uma professora com garra.

Então lá vai uma história supostamente verídica ocorrida numa Faculdade do país das maravilhas:

Uma professora universitária acabava de dar as últimas orientações aos alunos acerca do exame que ocorreria no dia seguinte.

Finalizou alertando que não haveria desculpas para a falta de nenhum aluno, com excepção de um grave ferimento, doença ou a morte de algum parente próximo.

Um engraçadinho que estava sentado no fundo da sala, perguntou com aquele velho ar de cinismo: “De entre esses motivos justificados, podemos incluir o de extremo cansaço por actividade sexual??”.

A classe explodiu em gargalhadas ...


A professora aguarda pacientemente que o silêncio fosse estabelecido.

Assim que isso aconteceu, ela olhou para o palhaço e respondeu: “Isso não é um motivo justificado.” - e continuou serenamente: “Como o exame será de escolha múltipla, você pode vir para a sala e escrever com a outra mão ... ou se não se puder sentar, pode responder de pé”.

Fazes-me tanta falta que nem imaginas …

Onde é que tu andas? …

Fazes-me falta, não te vi hoje! …

E se te vi soube-me a pouco porque o que vi em ti hoje não me foi suficiente para matares esta imensa saudade que trago nos meus olhos que nunca se cansam de te ver.

Nunca é nem nunca será.

… A seguir recitas-me uma frase memorável: “Deus está nos pormenores” de Frank Lloyd Wright.


E eu fico a pensar se a minha sugestão de leitura te convenceu a ler o livro "Fazes-me Falta" de Inês Pedrosa

Entretanto na internet acabei agora mesmo de encontrar o seguinte comentário ao conteúdo do mesmo:

<<O leitor que abre o mais recente romance de Inês Pedrosa (intitulado "Fazes-me Falta" e editado nas Publicações Dom Quixote) depara com um dispositivo narrativo de extrema simplicidade: duas vozes apenas, que, ao longo de cinquenta blocos textuais, a que, pela sua episódica brevidade, não chegaremos a chamar capítulos, se cruzam numa espécie de diálogo espectral. Uma dessas vozes é feminina, e é a ela que cabe a iniciativa de convocar os temas. A outra voz, que viremos a saber que é mais velha, pertence a um homem. Poderíamos pensar, segundo as convenções de leitura para que estamos preparados, que entre estas duas personagens existe sobretudo uma relação passional. Mas aquilo que as une é de uma outra ordem - e de certo modo o livro não faz mais do que ir à procura do nome exacto para essa ordem, o nome apropriado para esse tecido de palavras que une, enreda, compromete, envolve estas duas vozes. De um modo esquemático, dir-se-ia, como a própria Inês sugere, que se trata de uma relação de amizade. E de que o que Inês Pedrosa pretende é relançar a energia ficcional da amizade, habitualmente relegada, no campo dos afectos romanescos, para um lugar secundário.
Mas neste ponto descobrimos que o que está em jogo é mais do que uma inversão de pregnâncias e cotações. Não é de amizade nem de amor que se trata. Mas de um processo mais complexo e desconcertante em que estamos para além da amizade e do amor, num espaço de infinita sexualização pela pura e também impura ausência dos corpos, numa espécie de invenção impossível a que apenas se pode dar o nome de Deus. Porque, se Deus é também uma personagem deste texto, é precisamente deste modo, como designação de um lugar concebível em que se deixam para trás as etiquetas do amor e da amizade e onde se pode encontrar o eixo definitivo em que dois seres se precipitam interminavelmente um para dentro do outro (seja na distância, seja na discórdia, seja no absurdo da separação, ou no equívoco das peripécias do quotidiano). O que é dito na dobra de uma página desse livro deslumbrante que é "The End of the Affair" de Graham Greene: "'People can love without seeing each other, can't they?'- perguntava Sarah, depois de ter desistido de ti para te salvar. Ou de Maurice, é a mesma coisa. Podemos amar no escuro, sim, podemos amar na luz sonâmbula da ausência, podemos tanto que inventamos Deus. Tu dizias que Deus era o teu personagem de ficção favorito. Mas não querias entender que os personagens de ficção existem tanto como tu."
Deus ou o Possível. E o Possível é aqui enunciado à maneira de Musil, numa idêntica distribuição de peso e realidade entre o que aconteceu e o que não chegou a acontecer, mas nos acompanha sempre como o outro lado, a face ciciada, do que aconteceu. Por isso a voz masculina irá caracterizar-se pela sua lentíssima queda no espaço do Possível: "deslizaste para o território musiliano do 'homem do possível,' aquele para o qual tudo o que existe, visível ou invisível, tem a mesma gravidade." E é isto, esta vagarosa implicação de duas vozes na dimensão divina do Possível, que permite que este livro exista. Porque ela, a voz feminina acaba de morrer, e continua a falar como se essa mudança de estatuto fosse apenas uma prega, um simples vinco, no imenso tecido do ser onde os seres se encontram, desencontram e e reencontram, num jogo sem regras definitivas nem fronteiras estáveis, e onde os mortos são somente as figuras tutelares que definem o espaço onde os vivos se deslocam: "talvez não haja idades. Só mortos ressoando pelos canais do Tempo, mortos que, como ímans, aproximam e afastam os que ainda não morreram. Tu trazias tantos mortos na sombra do teu sorriso." E por isso se pode dizer que "Deus é uma conspiração de mortos contra a amnésia dos vivos."
O imenso mérito deste terceiro romance de Inês Pedrosa - que é sem dúvida o seu melhor livro, e desde já um dos romances mais importantes e apaixonantes publicados este ano - reside no facto de a Inês ter sabido construir sem a menor transigência um mecanismo narrativo extremamente original, e ter sabido dar-lhe o desenvolvimento adequado, quer na construção das figuras que o povoam (algumas personagens menores em torno do entre-dois dos narradores), quer na forma como desfia cenas de grande nitidez e visualidade. Mas esta experiência literária não é apenas um trabalho de laboratório. O que Inês escreve é algo que procura forçar os muros da realidade, procura derrubar as convenções e as gramáticas, procura ser político no sentido mais radical do termo, na medida em que pretende fazer existir aquilo que começa por existir apenas nas palavras em que essa pretensão se formula. Se as duas vozes, a dela e a dele, a feminina e a masculina, se respondem e dialogam não apenas na memória do que aconteceu de amizade e cumplicidade, mas também na exaltação do que de amor não chegou a acontecer, é apenas porque ao longo de todo o livro procuram que um espaço de serenidade se institua: um espaço onde o possível e o real, a amizade e o amor, o sexo e a ausência de sexo, a presença e a ausência, a morte e vida, se tornem transparentes, comunicáveis, transbordantes e divinos.
Mas se o livro da Inês tem o espantoso mérito de ser ele mesmo a experiência viva do que descreve, seria um erro supor que se trata de uma galeria de sombras empenhadas na abstracção de um projecto metafísico. É verdade que neste livro, se quisermos utilizar uma terminologia banal, "não acontece nada," a não ser o acontecimento de um improvável e incorporal diálogo, mas isso é apenas porque tudo aconteceu antes e nada do que aconteceu antes pôde acontecer sem que fosse ao mesmo tempo o eco, a repetição, a antecipação de tudo o que poderia ter acontecido. Mas estes "corpos cintilantes da vida potencial" convivem com o que há de mais activo e concreto na concreta realidade portuguesa. Ele vem de um guerra em África e de alguma corrosão de ideais. Ela parte de uma ânsia desmedida de mudar o mundo e reequilibrar a relação entre homens e mulheres. Ele atravessa casamentos e histórias sentimentais sem muito lastro nem melodia. Ela percorre as múltiplas figuras da paixão para se centrar naquela que talvez menos a mereça: "Saiu e deixou-me na cama, o homem que Deus mandou para me matar." Cada um tropeça em ambiciosos, linfáticos, oportunistas, manipuladores e "analfabetos sentimentais." Cada um experimenta as decepções do "amor amarrotado." Ela lança-se nas formas mais impiedosas e burocráticas da actividade partidária e do envolvimento político até perceber até que ponto se desfigura e amarfanha. Procura então entender as razões do Mal, onde nasce e prospera a violência, que impede os seres de se ajoelharem em compaixão recíproca, onde habita o crime e os homens se despedaçam numa carnificina sem nome: obceca-a o sofrimento das mulheres, a desatenção dos homens, as crianças desamparadas, a dor uivada até ao sangue e à violação. Em páginas admiráveis (mas todo o livro é prodigiosamente escrito) a Inês fala da morte lentíssima das crianças e do sofrimento inominável - essa violência abjecta que leva um ser humano, não a querer morrer, mas a "não querer viver": "nem a rapariga que nesse instante pára o automóvel sobre a ponte 25 de Abril e se atira para o cimento negro do rio quer morrer - quer apenas parar de viver, o que não é a mesma coisa." Daí que as duas personagens sejam seres empenhados, desesperados, mordazes e ferozes, coloridos e eloquentes, ele envelhecido e sempre em busca do "dia envelhível," ela, solar e luminosa, cheirando a "rosas, canela e sexo." E todos as restantes personagens são figuras expansivas e sintomáticas da sociedade portuguesa contemporânea.
A questão essencial com que todos se confrontam tem precisamente a ver com esta relação entre uma amizade que se transfigura na enlouquecida brancura do desejo ("Precisei de morrer para te desejar, precisei de morrer para ver a cor do desejo, que é branca, branca e irreparável, como tu, como nós dois") e um amor que se dissolve na sufocação de um aquário: "Quando fazíamos amor, não era o tempo que parava. Nós é que estávamos mortos, infinitamente mortos, boiando um dentro do outro num azul sem céu nem gravidade." O lugar do Possível que o nome de Deus sinaliza seria aquele onde evitaríamos a corrupção do tocar ("tudo o que tocamos se desfaz") sem deixarmos de viver nesssa tangência irreprimível de cada um ficar cada vez mais dentro do outro - tão perto, tão perto, que só um outro lugar o permitiria conceber. Como diria Caeiro do rio da sua aldeia: "quem está ao pé dele está só ao pé dele." E é a voz dela que vai deixar a palavra positiva: "Estou à tua espera num sítio onde as palavras já não magoam, não ferem, não sobram nem faltam. Esse sítio existe.">>.

Fonte de inspiração:

Artigo "Os Amantes do Possível" de Eduardo Prado Coelho.

Público - Mil Folhas - 27 de Abril de 2002.

http://pwp.netcabo.pt/inesp/epc.htm

O serviço de atendimento automático das chamadas no hospital psiquiátrico.

TRRIIIMM ... TRRIIIMM ... TRRIIIMM ...

Responde o atendedor de chamadas, passado 5 minutos à espera:

Obrigado por ter ligado para o hospital psiquiátrico, a companhia mais adequada aos seus momentos de maior loucura.

Se é obsessivo-compulsivo, marque repetidamente o 1;

Se é co-dependente, peça a alguém que marque o 2 por si;

Se tem múltipla personalidade, marque o 3, 4, 5 e 6;

Se é paranóico, nós sabemos quem é você, o que você faz e o que quer. Aguarde em linha enquanto localizamos a sua chamada;

Se sofre de alucinações, marque o 7 nesse telefone colorido gigante que você, e só você, vê à sua direita;

Se é esquizofrénico, oiça com atenção, e uma voz interior indicará o número a marcar;

Se é depressivo, não interessa que número marque. Nada o vai tirar dessa sua lamentável situação;

Porém, se votou ... já não há solução: Desligue e espere até 2009.

Aqui atendemos loucos e não ingénuos! Obrigado!

Anda para aí um clube de futebol que se pretende assumir ...


Viva as Músicas das Arábias ...


Que música tão linda ... a combinação perfeita entre a sonoridade longíqua de um mundo arábe intrigante e a combinação da língua francesa numa só canção esplêndida de elogio ao amor ...

... que saudades tenho de amar em árabe ...

Cheb Khaled - Aicha

http://www.youtube.com/watch?v=RLQiUDg155c


Fonte de inspiração:

http://felinabranca.multiply.com/

O Canal Televisivo Musical Interactivo da minha Preferência.

Finalmente ... a música ao seu mais alto nível e disponível em tempo real no MCM Top em:

http://top.mcm.net/

05 agosto 2007

A minha selecção de músicas para ouvir hoje à noite para ajudar a sonhar com aquele condomínio fechado luxuoso no Alentejo ...

Shy´m – T´es parti

http://www.youtube.com/watch?v=e0s778TlCeU

Vitaa – Toi

http://www.youtube.com/watch?v=NTBYq1XEXHo

Clara Morgane – Sexy Girl

http://www.youtube.com/watch?v=OVZnXN7uhOI

Mika – Love today

http://www.youtube.com/watch?v=MsyOr71F-0w

Christophe – Parce qu´on sait jamais

http://www.youtube.com/watch?v=IBuy3qzu_9k

Justin Timberlake – What goes around … Comes Around

http://www.youtube.com/watch?v=XPKyrZe594s

Roxette – Almost unreal

http://www.youtube.com/watch?v=vaoQEFAl9fE

Alentejo - Redondo – O luxo de viver e a máxima qualidade habitacional é (ainda) um direito reservado exclusivamente dos ricos …


Golfe à Margem do Lago e Resort de Lazer com moradias situadas em pleno Alentejo - É o que se poderia chamar de Alentejo Real Estate Investment: O Parque do Redondo Lakeside Golf & Leisure Resort situa-se nas margens do Lago Vigia, perto da pitoresca aldeia do Redondo no Alentejo, só a uma hora de distância, a este do Aeroporto de Lisboa em Portugal.



Trata-se de um resort de luxo com 220 moradias luxuosas – uma mistura de moradias e casas com piscinas privativas, com características específicas e produtos contemporâneos – permitindo aos donos e aos hóspedes a contemplação do lago e um passeio pelas zonas rurais no espectacular Alentejo, começando logo a partir dos seus quintais e jardins.


Inspirado pela localização Alentejana, cada propriedade foi individualmente desenhada para ter um estilo e elegância com influências alentejanas desde o momento que passa através das grandes portas rurais de madeira. Características rústicas, mobiliário clássico e elegante, tecidos sumptuosos, fazem do Parque do Redondo o perfeito golfe resort campestre.


O Parque do Redondo irá ostentar um excelente e distinto campo de golfe “Donald Steele”, com buracos ao longo da margem do lago e nas profundezas do Alentejo rural, oferecendo um desafio a todos os níveis de golfistas.


As Férias no Alentejo podem assumir a forma de um aluguer de Moradias Privadas, em que muitas das propriedades no Parque do Redondo são inicialmente compradas para investimento e alugadas, proporcionando um alojamento luxuoso a todos os hóspedes que procuram um retiro campestre para toda a família. O resort de golfe e toda a área envolvente é o local perfeito para férias, permitindo-lhe um escape ao stress e à tensão da vida quotidiana.


Em termos de actividades de entretenimento é possível desfrutar de alguns dos melhores restaurantes de Portugal e de uma variedade de actividades ao ar livre como o golfe, ténis, equitação, desportos aquáticos e pesca.



O Parque do Redondo é o local ideal também para caçar, pescar, velejar, fazer tiroteio de pratos e equitação.


A compra de uma luxuosa propriedade no Parque do Redondo - Lakeside Golf and Leisure Resort - oferece uma tangível sensação de segurança apoiada pela força do Grupo Vigia com 15 anos de experiência no ramo imobiliário com um resort de lazer de alta qualidade e ambientalmente harmonioso.



O nome de referência do resort Vigia Golf é Parque da Floresta Golf and Leisure Resort, com as suas construções de moradias de golfe e moradias localizadas junto à Barragem da Vigia.


Contudo, este projecto não se dedica somente à construção de propriedades e resorts de lazer. O compromisso continua e após a conclusão da luxuosa moradia, esta será administrada por um profissional com um elevado padrão de cuidados e serão também providenciados serviços de aluguer, factores que são sempre apreciados pelas pessoas que venham a constituir-se como proprietários no Parque do Redondo.


As propriedades “Lakeside Golf” têm um golfe à margem do lago e um resort de lazer com moradias situadas no Alentejo intocado.


Para descobrir mais como comprar propriedades no Alentejo ou reservar umas férias no Parque do Redondo aqui ficam os contactos:

Parque do Redondo

Lake and Golf Resort

Barragem da Vigia

7170 Redondo

Alentejo

Portugal




Para perguntas sobre as propriedades:

Tel: 00 351 282 690 073

Fax: 00 351 266 999 642

info@parquedoredondo.com


Para reservares as tuas férias de sonho numa luxuosa moradia com piscina privada no Alentejo, visita o website da Vigia Resorts:

http://www.parquedoredondo.com/

Como alternativa contacta +351 282 690 006/7 (Portugal) 01223 307 088 (UK) ou o e-mail reservations@vigiasa.com



Curiosamente, ou diria mesmo lamentavelmente, para a compra de propriedades, os preços correntes e disponíveis para propriedades fraccionais e para propriedades particulares apenas estão disponíveis por:

Tel.:

+351 282 690 073

ou

+44 (0)1223 316 820

ou

e-mail: sales@vigiasa.com























Vestidinho para o sucesso do teu amor ...

Dizem os mais velhos que no tempo da Ditadura era Fátima e os respectivos centros de culto, futebol e touradas com pegas rijas o que divertia o povo ...


Hoje é praticamente o mesmo com pequenas diferenças: Centros comerciais, futebol e touradas na televisão que se quer independente ...


Se eu tivesse existido intensamente naquele tempo tal como hoje eu só me interessava por aquilo que é importante para mim: TU!

04 agosto 2007

La Linea - Si Me Dejas No Vale!

Se alguma vez pensares em me deixares ... canta-me esta salsa para ser uma despedida alegre ...

Existem músicas que nunca nos vão deixar o baú das nossas recordações musicais e ...


que põem-nos tão alegres quando, de um momento para o outro, as escutamos inesperadamente ...


Fonte para mais inspirações musicais: http://www.roxette.se/

03 agosto 2007

Mafalda Veiga - Cada lugar teu.

Só um pequeníssimo pormenor que faz a diferença: É ao vivo!

Rita Guerra - À espera do sol.

Nós, agora, é mais à fugida do Sol ...

Bob Sinclar - Give A Lil' Love (2007 Remix)

Agarra-me aqui ... isso ... e agora acompanha-me, vá ...

Se deres um bocadinho do teu amor, prometo que mudaremos este e o outro mundo que nos estava destinado desde o princípio ...

Um blog apenas revela uma pequena e ínfima parte da vida de uma pessoa.

Escusado será dizer que a vida é mais do que um blog ...

Em tempo de Verão até neste período do ano se reflecte a vontade e tempo de escrever posts.

É impossível manter vivo um qualquer blog quando há vida lá fora para gozar, sentir, abraçar e amar ...

O cheiro, as aventuras, as peripécias, os mares, os caminhos, os rios, a costa imensa, o ambiente variável, as discussões amorosas, a vontade de largar tudo e desaparecer para voltar a reencontrarmo-nos, o carregar de baterias, as vozes de pessoas estrangeiras a ecoar junto dos nossos ouvidos, o sol escaldante compensado pelos salpicos de espuma do mar trazidos pelo vento, os fatos de banho de tamanho reduzido e suas cores, e tantas mas tantas outras milhares de sensações e emoções não se conseguem condensar, pelo menos, neste blog, que se torna cada vez mais uma janela para o mundo daquilo que ele tem de tão bom ...

Já estou como a Isabel Stilwell quando falo contigo: "Um romance de amor - o livro que eu seria incapaz de escrever" ... ah, pelo menos, a leitura de Verão recomenda-se e o que eu te posso dizer é que "Um amor de vida - o blog que eu seria capaz de te escrever" ...

Eu, tal qual como a outra, continuo a abordar a relação entre homens e mulheres, mas de uma forma mais ou menos densa consoante a disposição do dia ou da semana, em histórias que se cruzam, a história da personagem (o autor do blog), as histórias que aos poucos se vai formando na cabeça dessa personagem (reflexos da vida ou da pura imaginação) e aquelas que me são contadas por ti, pelos nossos amigos, pelos familiares e por todos aqueles que gostam de navegar neste barco à deriva dos acontecimentos ...

Inspirado em factos da vida real, tais como:

Um Romance de Amor: O livro que eu seria incapaz de escrever.

Isabel Stilwell.

Editorial Notícias.

ISBN 9724613097 (972-46-1309-7).

As noites em Albufeira são sempre espectaculares ...

Alguns homens continuam a ficar embasbacados com as raparigas inglesas que se põem a dançar atrevidamente como umas loucas ao som da música da moda de Agosto de 2007 do rapper Fireball e do DJ Bob Sinclar intitulada "What I Want" naquela zona dos bares da Oura em Albufeira e isto só pode ser um (bom?) sinal: De que as portuguesas muito provavelmente terão que as igualar ou as superar no engate, charme e atracção para que os "meninos" voltem a ficar envergonhados por não terem vindo a reconhecer a qualidade do que existe a nível nacional ... caso contrário muitos deles vão optar por fazer o que muitos outros, por razões completamente díspares, já o fazem por sobrevivência: Emigrar!

Fonte de inspiração:

Noitadas algarvias ...


+

Fireball versus Bob Sinclar - What I Want:
http://www.youtube.com/watch?v=7ictOUU-gpU