18 junho 2007
Mmmiiiiiááááúuuuuuuuuuuuuu!
Lições de Tauromaquia.















Os desenhos são do artista andaluz Don Antonio Martín Maqueda (1953), jornalista, crítico tauromáquico, pintor e gravador.
07 junho 2007
Como Ultrapassar o Problema de um Divórcio aos 20 e tal anos?
To understand what life is like for the young and the divorced — and how they can move on with their romantic lives — we talked to relationship experts and people who’ve been there. Here, they share tips, insights, and advice.
Is divorcing young a new trend?
“The younger you are when you’re married, the more likely it is to end in divorce,” says Pamela Paul, author of The Starter Marriage and the Future of Matrimony. Forty percent of marriages overall fail. “That number goes up into 50 percent or more for people in their 20s,” she adds.
How does it feel to be divorced so young?
When young couples do separate, the reaction can range from relief to regret. “We sat on the front steps of our apartment and divided up the photo albums. She said I’m going to miss you and hugged me. She got in the car and took a left turn out of my life,” says Philip Scher, who was married at 25 and divorced by 26. “After spending every moment together, I haven’t seen her again. But I don’t regret divorcing at all—I was young and I wasn’t ready. After we split, I moved back to the city and met somebody else—just for fun, no pressure. I joined a band. I went out a lot—I felt like I had missed a few years of being young.”
Others find being divorced more difficult. “For me, divorce created a black hole in my life. Each time I fell apart, I was like Humpty Dumpty—I was never put back together again,” says Deena O’Reilly, who was divorced at 25. “I may have been young, but I felt as though I still belonged to someone—only he wasn’t there when I got home.”As hard as it is, you’re still likely to have it easier than older divorcées. “The 20-something can more easily get right back on the horse,” says Gilda Carle, Ph.D., a relationship expert and author of Don’t Bet on the Prince! How to Have the Man You Want by Betting On Yourself. “When you’re young, you’re more adventuresome. You don’t have a history of one hurt after another. Your history is much shorter.” The 40-something divorced dater is more “skittish about getting hurt again,” she adds. But how does the 20-something divorcée get back out there—hanging out with the post-collegiate crowd? With older single friends? Here’s how.
“Where will I find someone new?”
“Many more 20-somethings go to bars compared to 40-somethings,” says Joan B. Kelly, Ph.D., a clinical psychologist and author of Surviving the Breakup: How Children and Parents Cope with Divorce, “because the bar scene is currently very hot in many urban locations.” Just because you are divorced doesn’t mean that your youthful spirit of going out and mingling should fall by the wayside. Others in their 20s go to cultural events, such as the symphony or ballet. “There are special groups for under 40s that have outings, pre-performance get-togethers, etc.”
Sometimes it’s not so much a matter of changing old habits, but learning them for the first time. “Getting back into the dating world is a difficult, difficult thing,” says Rebecca Gerhardt, 26, who was married at 21 and divorced at 23. “For the most part, it seems that people who are married and then divorced in their 20s didn’t necessarily do a lot of dating before they met ‘the one,’ which makes learning to date one of the hardest things. My ex and I dated all through college; I hadn’t dated a lot before then.” Agrees Deena O’Reilly, “Dating was different after divorce because I didn’t know how to meet men. I hadn’t had much time as a single person before my marriage. So I found my own ways to meet men—I started taking my car to the car wash on Saturday mornings, grocery shopping aroundWhen’s the right time for full disclosure?
When it comes to revealing your ex-marital status, there’s being open and then there’s T.M.I., say our experts. “For people in their forties, divorce is so common today that it’s fine to bring it up in a lighthearted way on the first date, and then move onto the next topic,” says dating coach Liz H. Kelly, author of Smart Man Hunting. But, if you’re in your 20s, “leave the divorce history alone until after a few dates with someone,” she says. “There is no need to bring it up until after you’ve decided that there may be a connection.”
02 junho 2007
Onde há solidariedade na desgraça social?
Foto: Arko Datta / Reuters.
Tribunal absolve mulher que matou o marido – A diversidade das fontes de informação.

Tribunal absolve mulher que matou o marido devido a maus tratos.
Decisão mereceu palmas da audiência.
O Tribunal de S. João Novo, no Porto, absolveu hoje uma sexagenária que matou o marido depois de ter sido vítima de maus tratos durante quatro décadas, numa decisão saudada com palmas pelas pessoas que assistiam à leitura da sentença.
Na leitura da sentença, o juiz-presidente do colectivo da 4ª Vara de S. João Novo, João Grilo, considerou que a mulher, Maria Clementina, agiu em legítima defesa e que evitou tornar-se em mais uma vítima de violência doméstica.
O magistrado disse que este ano já morreram em Portugal 39 mulheres vítimas de violência doméstica e considerou que Maria Clementina poderia ter sido mais uma.
O presidente do colectivo disse ainda que o novo enquadramento legal dos crimes de violência doméstica — que passaram de crimes semipúblicos a crimes públicos (não dependem de queixa para ser investigados) — "vale zero para os tribunais".
Pediu, por isso, uma reavaliação do quadro punitivo destes crimes.
Na avaliação do colectivo, a mulher agiu "sob forte pressão psíquica" na sequência de quatro décadas de maus tratos, comportamentos que se estenderiam também às duas filhas do casal.
Marido morto com um machado de cozinha
A agressão fatal ocorreu em Setembro de 2004, na zona de S. Roque da Lameira, no Porto, e foi perpetrada com um machado de cozinha.
Na altura do crime, a arguida e as suas duas filhas estariam a ser ameaçadas pelo marido com uma foice.
Segundo o juiz-presidente, foi "um episódio tremendamente traumático" numa família "completamente disfuncional". No entender do magistrado, a arguida e as suas filhas viviam numa situação de "quase esclavagismo".
Para descrever o comportamento violento da vítima, o colectivo recordou um testemunho em tribunal segundo o qual o homem chegou a agredir um vizinho no rosto com uma chave de fendas, "por motivos fúteis".
Ministério Público admitiu existência de maus tratos
O Ministério Público (MP) já tinha admitido que o homicídio surgira na sequência de maus tratos que o homem teria infligido à mulher e às filhas, ao longo de vários anos.
Estas razões determinaram que o MP enquadrasse o crime no tipo de homicídio menos gravoso, o chamado "homicídio privilegiado", punível com pena de prisão de um a cinco anos.
Segundo o Código Penal, o homicídio privilegiado é imputável "a quem matar outra pessoa dominado por compreensível emoção violenta, compaixão, desespero ou motivo de relevante valor social ou moral, que diminuam sensivelmente a sua culpa".
No final da leitura do acórdão, a arguida disse esperar que a sentença aplicada ao seu caso seja "um exemplo". Acrescentou que não poderia ter denunciado os maus tratos que sofria, "senão era pior".
Fonte:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1295555&idCanal=undefined
Jornal Público, 31.05.2007 - 16h32 Lusa
Absolvição foi recebida com palmas.
O Tribunal de S. João Novo, Porto, absolveu ontem uma sexagenária que matou o marido, na sequência de décadas de maus-tratos, numa decisão saudada com palmas por cerca de quatro dezenas de pessoas que assistiam à leitura do acórdão.
O advogado da arguida, Luís Vaz Teixeira, disse que foi “a primeira ou segunda vez” em 25 anos de actividade que ouviu aplausos, em plena sala de audiências, a uma decisão judicial. Na leitura do acórdão, o juiz-presidente do colectivo da 4ª Vara de S. João Novo, João Grilo, considerou que a mulher, Maria Clementina, agiu em legítima defesa e evitou tornar-se mais uma vítima de violência doméstica. O magistrado recordou que este ano já morreram em Portugal 39 mulheres vítimas de violência doméstica e considerou que Maria Clementina poderia ter sido mais uma. O presidente do colectivo aproveitou para observar que o novo enquadramento legal dos crimes de violência doméstica, que deixaram de ser crimes semipúblicos para serem públicos, “vale zero para os tribunais”. Pediu, por isso, uma reavaliação do quadro punitivo destes crimes. Na avaliação do colectivo, a mulher agiu “sob forte pressão psíquica” na sequência de quatro décadas de maus-tratos, comportamentos que se estenderiam às duas filhas do casal. A agressão fatal ocorreu em Setembro de 2004, na zona de S. Roque da Lameira, Porto, e foi perpetrada com um machado de cozinha.
Na altura do crime, a arguida e as suas duas filhas estariam a ser ameaçadas pelo marido com uma foice-martelo.
Foi, disse o juiz-presidente, um “episódio tremendamente traumático” numa família “completamente disfuncional”, comentou o juiz-presidente.
Segundo o magistrado, Maria Clementina e as filhas viviam numa situação de “quase esclavagismo”. Para descrever o comportamento violento da vítima mortal, o colectivo recordou um testemunho em tribunal segundo o qual o homem chegou, em dada altura, a agredir um vizinho no rosto com uma chave de fendas, por motivos fúteis. O Ministério Público (MP) já tinha admitido que o homicídio surgira na sequência de maus-tratos que o homem teria infligido à esposa e às filhas, ao longo de vários anos. Estas razões de fundo determinaram que o MP enquadrasse o crime no tipo de homicídio menos gravoso, o chamado “homicídio privilegiado”, punível com pena de prisão de um a cinco anos. O homicídio privilegiado é imputável, segundo o Código Penal, a “quem matar outra pessoa dominado por compreensível emoção violenta, compaixão, desespero ou motivo de relevante valor social ou moral, que diminuam sensivelmente a sua culpa”.
Sentença.
“Um exemplo...”
No final da leitura do acórdão, a arguida disse esperar que a sentença aplicada ao seu caso seja “um exemplo”.
Acrescentou que não poderia ter denunciado os maus-tratos que sofria “senão era pior”. Um grito de alerta para os milhares de casos de violência doméstica que todos os anos ocorrem em Portugal.
Fonte:
http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=a87ff679a2f3e71d9181a67b7542122c&subsec=&id=498cb4e4bd6287277800d0a3d2210603
Mulher que matou o marido foi absolvida.
Considerado acto em legítima defesa devido a violência doméstica.
O Tribunal de S. João Novo, no Porto, absolveu a sexagenária que matou o marido, na sequência de décadas de maus-tratos, concluindo que a mulher agiu em legítima defesa e evitou tornar-se mais uma vítima de violência doméstica.
Na leitura do acórdão, o juiz-presidente do colectivo da 4ª Vara de S. João Novo, João Grilo, recordou que este ano já morreram em Portugal 39 mulheres vítimas de violência doméstica e considerou que Maria Clementina poderia ter sido mais uma.
Na avaliação do colectivo, a mulher agiu "sob forte pressão psíquica" na sequência de quatro décadas de maus-tratos, comportamentos que se estenderiam às duas filhas do casal.
A agressão fatal ocorreu em Setembro de 2004, na zona de S. Roque da Lameira, e foi perpetrada com um machado de cozinha. Na altura do crime, a arguida e as suas duas filhas estariam a ser ameaçadas pelo marido com uma foice-martelo.
Segundo o juiz-presidente, tratou-se de um "episódio tremendamente traumático" numa família "completamente disfuncional", sendo que Maria Clementina e as filhas viviam numa situação de "quase esclavagismo".
A decisão do tribunal foi saudada com palmas por cerca de quatro dezenas de pessoas que assistiam à leitura do acórdão. A arguida disse esperar que a decisão aplicada ao seu caso seja "um exemplo".
Fonte:
http://jn.sapo.pt/2007/05/31/ultimas/Mulher_que_matou_o_marido_foi_ab.html
Jornal de Notícias, Quinta-feira, 31 de Maio de 2007.
Tribunal absolve mulher que matou o marido devido a maus tratos.
O Tribunal de S. João Novo, no Porto, absolveu uma sexagenária que matou o marido depois de ter sido vítima de maus tratos durante quatro décadas, numa decisão saudada com palmas pelas pessoas que assistiam à leitura da sentença.
Decisão mereceu palmas da audiência.
Na leitura da sentença, o juiz-presidente do colectivo da 4ª Vara de S. João Novo, João Grilo, considerou que a mulher, Maria Clementina, agiu em legítima defesa e que evitou tornar-se em mais uma vítima de violência doméstica.
O magistrado disse que este ano já morreram em Portugal 39 mulheres vítimas de violência doméstica e considerou que Maria Clementina poderia ter sido mais uma.
O presidente do colectivo disse ainda que o novo enquadramento legal dos crimes de violência doméstica — que passaram de crimes semipúblicos a crimes públicos (não dependem de queixa para ser investigados) — "vale zero para os tribunais".
Pediu, por isso, uma reavaliação do quadro punitivo destes crimes.
Na avaliação do colectivo, a mulher agiu "sob forte pressão psíquica" na sequência de quatro décadas de maus tratos, comportamentos que se estenderiam também às duas filhas do casal.
Marido morto com um machado de cozinha
A agressão fatal ocorreu em Setembro de 2004, na zona de S. Roque da Lameira, no Porto, e foi perpetrada com um machado de cozinha.
Na altura do crime, a arguida e as suas duas filhas estariam a ser ameaçadas pelo marido com uma foice.
Segundo o juiz-presidente, foi "um episódio tremendamente traumático" numa família "completamente disfuncional". No entender do magistrado, a arguida e as suas filhas viviam numa situação de "quase esclavagismo".
Para descrever o comportamento violento da vítima, o colectivo recordou um testemunho em tribunal segundo o qual o homem chegou a agredir um vizinho no rosto com uma chave de fendas, "por motivos fúteis".
Ministério Público admitiu existência de maus tratos
O Ministério Público (MP) já tinha admitido que o homicídio surgira na sequência de maus tratos que o homem teria infligido à mulher e às filhas, ao longo de vários anos.
Estas razões determinaram que o MP enquadrasse o crime no tipo de homicídio menos gravoso, o chamado "homicídio privilegiado", punível com pena de prisão de um a cinco anos.
Segundo o Código Penal, o homicídio privilegiado é imputável "a quem matar outra pessoa dominado por compreensível emoção violenta, compaixão, desespero ou motivo de relevante valor social ou moral, que diminuam sensivelmente a sua culpa".
No final da leitura do acórdão, a arguida disse esperar que a sentença aplicada ao seu caso seja "um exemplo". Acrescentou que não poderia ter denunciado os maus tratos que sofria, "senão era pior".
Fonte:
http://www.mundopt.com/n-tribunal-absolve-mulher-que-matou-o-marido-devido-a-maus-tratos-10941.html
Mulher que matou marido após 40 anos de maus tratos acabou absolvida.
Tribunal de S. João Novo, no Porto absolveu uma mulher que matou seu marido com um machado de cozinha após 40 anos de maus tratos. A sentença foi muito aplaudida na sala. O Ministério Público tinha pedido a condenação de Maria Clementina Pires, 63, que vinha acusada de homicídio privilegiado, incorrendo numa pena que poderia ir até aos cinco anos de prisão.
Mesmo assim, nas alegações finais admitiu a aplicação de uma pena suspensa, considerando que agiu numa situação de grande exaltação. No entanto, o juiz-presidente considerou que agiu em legítima defesa e evitou tornar-se mais uma vítima de violência doméstica, de acordo com Diário de Notícias.
O crime ocorreu na madrugada de 14 de Setembro de 2004.
Neste dia o marido dela Januário Rodrigues, de pistola em punho, entrou na casa de família, desferindo dois pontapés na mulher, enquanto a insultava.
Após a entrada na sua residència, obrigou a mulher e as filhas a acompanhá-lo para um local desconhecido, cerca das duas horas da madrugada. Com uma foice e um martelo, ameaçoou todas e dirigiu-se contra a esposa, que em desespero de causa se defendeu, com uma machada, na cozinha, tendo-o golpeado, até o inanimar, vindo a falecer cinco dias depois no hospital.
"A senhora teve sorte", afirmou o juiz, considerando que "não houve excesso" nos actos praticados pela arguida.
Maria Clementina estava acusada de ter usado um machado de cozinha de 31 centímetros para matar o marido, Januário Pires, que a ameaçava com uma foice-machado com 85 centímetros. "A senhora tem ainda muitos anos pela frente, tem duas filhas, aproveite a vida", terminou o magistrado.
À saída da sala de audiências, e depois de saudada pelos familiares e amigos, Maria Clementina mostrou satisfação pelo resultado da sentença. "Foram muitos anos de sofrimento e acho que este meu caso pode servir de exemplo a outras mulheres, embora eu considere que o melhor, desde que seja possível, seja a denúncia junto das autoridades", afirmou a idosa.
A história de Maria Clementina é um caso extremo. Ficou provado que vivia enclausurada dentro de casa e proibida de sair pelo marido. Era ele quem fazia a compras e à mulher apenas cabia a tarefa de cozinhar numa cozinha improvisada na cave da casa, na rua de São Roque da Lameira, no Porto. Ali viviam o casal, as duas filhas Cristina e Teresa e duas sobrinhas com problemas psíquicos que Januário trouxe do interior para trabalhar na fabriqueta de sirgaria (utensílios para colocação de cortinas), que mantinha no rés-do-chão da habitação.
A todas eram dados maus tratos. Mesmo às filhas maiores de idade, de 36 e 38 anos, ambas com formação superior mas tolhidas pelo medo que o pai sempre imprimiu ao ambiente familiar.
Fonte:
http://port.pravda.ru/sociedade/incidentes/01-06-2007/17396-tratos-0
01.06.2007
Violência Doméstica: Aplaudida mulher que matou marido.
O Tribunal de S. João Novo, Porto, absolveu hoje uma sexagenária que matou o marido, na sequência de décadas de maus-tratos, numa decisão saudada com palmas por cerca de quatro dezenas de pessoas que assistiam à leitura do acórdão. O advogado da arguida disse à agência Lusa que foi "a primeira ou segunda vez", em 25 anos de actividade, que ouviu aplausos, em plena sala de audiências, a uma decisão judicial.
Na leitura do acórdão, o juiz-presidente do colectivo da 4ª Vara de S. João Novo considerou que a mulher, Maria Clementina, agiu em legítima defesa e evitou tornar-se mais uma vítima de violência doméstica.
O magistrado recordou que este ano já morreram em Portugal 39 mulheres vítimas de violência doméstica e considerou que Maria Clementina poderia ter sido mais uma, aproveitando para observar que o novo enquadramento legal dos crimes de violência doméstica, que deixaram de ser crimes semipúblicos para serem públicos, "vale zero para os tribunais".
Pediu, por isso, uma reavaliação do quadro punitivo destes crimes.
Fonte:
http://www.dianafm.com/index.php?option=com_content&task=view&id=6358&Itemid=3
Quinta, 31 Maio 2007
Mulher maltratada absolvida.
Tribunal no Porto absolveu uma sexagenária que matou o marido em legítima defesa.
O colectivo de juízes considerou que a arguida, uma sexagenária vítima de violência doméstica, agiu em legítima defesa, após décadas de maus-tratos.
O juiz-presidente do colectivo da quarta Vara de São João Novo, no Porto, absolveu a arguida acusada do homicídio do marido, considerando que esta agiu em legítima defesa e evitou tornar-se mais uma vítima de violência doméstica.
A sexagenária Maria Clementina sofria maus-tratos do cônjugue há décadas. O homicídio ocorreu em Setembro de 2004, na zona de S. Roque da Lameira.
O tribunal deu como provado que, no momento do crime, a arguida e as duas filhas estavam a ser fisicamente ameaçadas pelo marido com uma foice. A mulher atingiu o marido com um machado de cozinha.
O Ministério Público já havia considerado que o crime aconteceu na sequência de maus-tratos, o que enquadrava o crime como menos gravoso, o chamado homicídio privilegiado, punível com pena de prisão de um a cinco anos. Ainda assim, os juízes optaram pela absolvição.
Aquando a leitura do acórdão, as pessoas presentes na sala de audiências aplaudiram a decisão do tribunal.
Fonte:
http://sic.sapo.pt/online/noticias/pais/20070601_mulher+absolvida.htm
SIC, Publicação: 01-06-2007 08:28, Última actualização: 01-06-2007 13:11.
Palmas na sala de audiências para absolvição de mulher que matou marido.
O Tribunal de S. João Novo, Porto, absolveu hoje uma sexagenária que matou o marido, na sequência de décadas de maus-tratos, numa decisão saudada com palmas por cerca de quatro dezenas de pessoas que assistiam à leitura do acórdão.
O advogado da arguida, Luís Vaz Teixeira, disse à agência Lusa que foi "a primeira ou segunda vez" em 25 anos de actividade que ouviu aplausos, em plena sala de audiências, a uma decisão judicial.
Na leitura do acórdão, o juiz-presidente do colectivo da 4ª Vara de S. João Novo, João Grilo, considerou que a mulher, Maria Clementina, agiu em legítima defesa e evitou tornar-se mais uma vítima de violência doméstica.
O magistrado recordou que este ano já morreram em Portugal 39 mulheres vítimas de violência doméstica e considerou que Maria Clementina poderia ter sido mais uma.
O presidente do colectivo aproveitou para observar que o novo enquadramento legal dos crimes de violência doméstica, que deixaram de ser crimes semipúblicos para serem públicos, "vale zero para os tribunais".
Pediu, por isso, uma reavaliação do quadro punitivo destes crimes.
Na avaliação do colectivo, a mulher agiu "sob forte pressão psíquica" na sequência de quatro décadas de maus-tratos, comportamentos que se estenderiam às duas filhas do casal.
A agressão fatal ocorreu em Setembro de 2004, na zona de S. Roque da Lameira, Porto, e foi perpetrada com um machado de cozinha.
Na altura do crime, a arguida e as suas duas filhas estariam a ser ameaçadas pelo marido com uma foice-martelo.
Foi, disse o juiz-presidente, um "episódio tremendamente traumático" numa família "completamente disfuncional", comentou o juiz-presidente.
Segundo o magistrado, Maria Clementina e as filhas viviam numa situação de "quase esclavagismo".
Para descrever o comportamento violento da vítima mortal, o colectivo recordou um testemunho em tribunal segundo o qual o homem chegou, em dada altura, a agredir um vizinho no rosto com uma chave de fendas, por motivos fúteis.
O Ministério Público (MP) já tinha admitido que o homicídio surgira na sequência de maus-tratos que o homem teria infligido à esposa e às filhas, ao longo de vários anos.
Estas razões de fundo determinaram que o MP enquadrasse o crime no tipo de homicídio menos gravoso, o chamado "homicídio privilegiado", punível com pena de prisão de um a cinco anos.
O homicídio privilegiado é imputável, segundo o Código Penal, a "quem matar outra pessoa dominado por compreensível emoção violenta, compaixão, desespero ou motivo de relevante valor social ou moral, que diminuam sensivelmente a sua culpa".
No final da leitura do acórdão, a arguida disse esperar que a sentença aplicada ao seu caso seja "um exemplo".
Acrescentou que não poderia ter denunciado os maus-tratos que sofria "senão era pior".
Fonte:
http://www.rtp.pt/index.php?article=284506&visual=16
LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A., 2007-05-31 16:20:04
Matou o marido, foi absolvida e ainda ouviu palmas.
Sexagenária terá reagido em legítima defesa após maus tratos.
O Tribunal de S. João Novo, no Porto, absolveu esta quinta-feira uma sexagenária que matou o marido, na sequência de décadas de maus-tratos, numa decisão saudada com palmas por cerca de quatro dezenas de pessoas que assistiam à leitura do acórdão, informou a agência Lusa.
O advogado da arguida, Luís Vaz Teixeira, admitiu que foi «a primeira ou segunda vez» em 25 anos de actividade que ouviu aplausos, em plena sala de audiências, a uma decisão judicial.
Na leitura do acórdão, o juiz-presidente do colectivo da 4ª Vara de S. João Novo, João Grilo, considerou que a mulher, Maria Clementina, agiu em legítima defesa e evitou tornar-se mais uma vítima de violência doméstica. Recordou que este ano já morreram em Portugal 39 mulheres vítimas de violência doméstica e considerou que Maria Clementina poderia ter sido mais uma. Aproveitou, ainda, para observar que o novo enquadramento legal dos crimes de violência doméstica, que deixaram de ser crimes semipúblicos para serem públicos, «vale zero para os tribunais».
Na avaliação do colectivo, a mulher agiu «sob forte pressão psíquica» na sequência de quatro décadas de maus-tratos, comportamentos que se estenderiam às duas filhas do casal. A agressão fatal ocorreu em Setembro de 2004, na zona de S. Roque da Lameira, Porto, e foi perpetrada com um machado de cozinha. Na altura do crime, a arguida e as suas duas filhas estariam a ser ameaçadas pelo marido com uma foice-martelo.
Foi um «episódio tremendamente traumático» numa família «completamente disfuncional», comentou o juiz-presidente. Segundo o magistrado, Maria Clementina e as filhas viviam numa situação de «quase esclavagismo».
No final da leitura do acórdão, a arguida disse esperar que a sentença aplicada ao seu caso seja «um exemplo». Acrescentou que não poderia ter denunciado os maus-tratos que sofria «senão era pior».
Fonte:
http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=816027&div_id=291
2007/05/31 | 17:44
Maus-tratos / Porto: Palmas na sala de audiências para absolvição de mulher que matou marido.
Porto, 31 Mai (Lusa) - O Tribunal de S. João Novo, Porto, absolveu hoje uma sexagenária que matou o marido, na sequência de décadas de maus-tratos, numa decisão saudada com palmas por cerca de quatro dezenas de pessoas que assistiam à leitura do acórdão.
O advogado da arguida, Luís Vaz Teixeira, disse à agência Lusa que foi "a primeira ou segunda vez" em 25 anos de actividade que ouviu aplausos, em plena sala de audiências, a uma decisão judicial.
Na leitura do acórdão, o juiz-presidente do colectivo da 4ª Vara de S. João Novo, João Grilo, considerou que a mulher, Maria Clementina, agiu em legítima defesa e evitou tornar-se mais uma vítima de violência doméstica.
O magistrado recordou que este ano já morreram em Portugal 39 mulheres vítimas de violência doméstica e considerou que Maria Clementina poderia ter sido mais uma.
O presidente do colectivo aproveitou para observar que o novo enquadramento legal dos crimes de violência doméstica, que deixaram de ser crimes semipúblicos para serem públicos, "vale zero para os tribunais".
Pediu, por isso, uma reavaliação do quadro punitivo destes crimes.
Na avaliação do colectivo, a mulher agiu "sob forte pressão psíquica" na sequência de quatro décadas de maus-tratos, comportamentos que se estenderiam às duas filhas do casal.
A agressão fatal ocorreu em Setembro de 2004, na zona de S. Roque da Lameira, Porto, e foi perpetrada com um machado de cozinha.
Na altura do crime, a arguida e as suas duas filhas estariam a ser ameaçadas pelo marido com uma foice-martelo.
Foi, disse o juiz-presidente, um "episódio tremendamente traumático" numa família "completamente disfuncional", comentou o juiz-presidente.
Segundo o magistrado, Maria Clementina e as filhas viviam numa situação de "quase esclavagismo".
Para descrever o comportamento violento da vítima mortal, o colectivo recordou um testemunho em tribunal segundo o qual o homem chegou, em dada altura, a agredir um vizinho no rosto com uma chave de fendas, por motivos fúteis.
O Ministério Público (MP) já tinha admitido que o homicídio surgira na sequência de maus-tratos que o homem teria infligido à esposa e às filhas, ao longo de vários anos.
Estas razões de fundo determinaram que o MP enquadrasse o crime no tipo de homicídio menos gravoso, o chamado "homicídio privilegiado", punível com pena de prisão de um a cinco anos.
O homicídio privilegiado é imputável, segundo o Código Penal, a "quem matar outra pessoa dominado por compreensível emoção violenta, compaixão, desespero ou motivo de relevante valor social ou moral, que diminuam sensivelmente a sua culpa".
No final da leitura do acórdão, a arguida disse esperar que a sentença aplicada ao seu caso seja "um exemplo".
Acrescentou que não poderia ter denunciado os maus-tratos que sofria "senão era pior".
Fonte:
http://www.portugalnet.pt/pnet/noticia.asp?id=30371
Lusa, 31-05-2007 16:15:00, JGJ.
01 junho 2007
Anseio pelo teu cheiro irresistível.
Coisas da Química (Dissolução versus Solução).
Uma Dissolução é meter um político num tanque de ácido para que se dissolva.
Uma Solução seria metê-los a todos.
Take it easy ...


Quando te mandarem para o tal sítio já sabes onde fica?
Pronto! ... Agora já sabes onde fica o tal lugar!
Quando te mandarem ... enfim ... vê a seguinte placa:
A "Super-Mulher" do Século XXI.
Disputa o lugar de topo com os homens.
Aposta na carreira e tem o primeiro filho depois dos 30 anos.
Consegue gerir com êxito carreira, filhos e as tarefas domésticas.
Uma nova mulher surgiu na viragem do século. As suas prioridades são diferentes: dinheiro, sucesso, poder. Só depois vêm o amor e a constituição de uma família. Sai de casa dos pais para viver sozinha, investe na carreira e tem o primeiro filho depois dos 30 anos. Estas são algumas das conclusão do estudo «O que as Mulheres Querem», realizado pela agência de publicidade Publicis, apresentado esta terça-feira.
A mulher do século XXI é a «Super-Mulher». «Isto não quer dizer que queira fazer tudo ao mesmo tempo. Mas quer atingir a perfeição naquilo que se propõe fazer», explica Susana Medeiros, directora de planeamento estratégico da Publicis. Mesmo assim, consegue gerir com êxito carreira, filhos e as tarefas domésticas.
A mulher moderna é ambiciosa, auto confiante, individualista e intuitiva. Na vida profissional, ambiciona os lugares de topo e de responsabilidade, disputando-os com os homens. E sem sentimentos de culpa.
A mulher moderna no mundo do trabalho
Para poderem vingar no mercado de emprego, as mulheres perceberam que tinham de apostar na educação. Prova disso é o facto de, em 2003/2004, 56 por cento dos alunos inscritos em cursos superiores terem sido mulheres; 46 por cento dos doutorados portugueses serem mulheres e 50,7 por cento ser a percentagem de mulheres pós-graduadas em Portugal, ao passo que na Europa a média é 39,6 por cento.
Não apostam na educação apenas por investimento profissional, «mas também para enriquecimento pessoal», explica Susana Medeiros.
Juntando à educação, as mulheres têm como mais valia para vingarem no mercado de trabalho o facto de combinarem características masculinas como a iniciativa, a coragem e a determinação, com a sensibilidade, a intuição e a cooperação.
A «Super-Mulher» e a família
A aposta da mulher moderna numa carreira profissional paralela à vida familiar, faz com que tenha uma vivência mais individualista. Normalmente, opta por viver sozinha, ter filhos mais tarde e ter poder no interior da relação conjugal, ao passar a contribuir financeiramente para o orçamento comum.
Aliás, as portuguesas hoje em dia têm o primeiro filho entre os 30 e os 39 anos.
As «fadas do lar» modernas
Mas nem todas as mulheres estão dispostas a enfrentar a mesma realidade. Um novo fenómeno surgiu: «As fadas do lar modernas». São mulheres que «regressam» ao lar, deixando para trás uma carreira de sucesso.
São mulheres profissionalmente bem sucedidas, com níveis de educação superiores e que atingiram lugares de topo.
Muitas delas são mães executivas que, apercebendo-se de terem deixado «passar ao lado» a infância dos filhos, querem agora acompanhá-los na adolescência. Assumem o papel único de mãe e de dona de casa e optam por um estilo de vida com mais tempo, menos stress e mais prazer.
O estudo «O Que as Mulheres Querem», levado a cabo pela Publicis Portugal, baseia-se numa análise dos meios de comunicação de massas, nomeadamente Imprensa, e resulta da recolha e sistematização dos conteúdos editoriais de centenas de artigos, publicados entre 2004 e 2005.
Mulheres querem sexo sem tabus
Vive no século XXI e tem um comportamento cada vez mais próximo do homem.
É adepta do sexo casual, é tão infiel quanto ele e é quem mais frequenta sex-shops.
Clubes de striptease passaram a fazer parte do roteiro.
A mulher do século XXI tem um comportamento cada vez mais masculino: é sexualmente agressiva e quer satisfazer os seus desejos sem a «obrigação» da paixão ou do relacionamento.
O sexo casual, sem compromisso, passou a ser uma realidade para a mulher moderna, que já não é passiva em assuntos de cama.
Esta é uma das conclusão do estudo «O Que as Mulheres Querem», realizado pela agência de publicidade Publicis, que revela que as mulheres estão a assumir os papéis tradicionalmente reservados aos homens e a definir como objectivos prioritários, a conquista de sucesso, amor e dinheiro.
Aliás, as mulheres portuguesas representam 60 a 80 por cento dos clientes das sex-shops e o número de mulheres que frequentam clubes de striptease aumentou muito nos últimos anos.
A mudança de atitude em relação ao sexo levou a que a mulher se tornasse quase tão infiel como o homem. É infiel para melhorar a sua auto-estima, sentir-se mais bonita, mais poderosa e mais capaz de seduzir. Hoje em dia, a infidelidade envolve 24 por cento das mulheres contra 39 por cento dos homens.
As mulheres do século XXI estão determinadas em mostrar que são tão boas, ou melhores, do que os homens nas profissões tradicionalmente masculinas e vão «invadindo» os territórios que eles consideram habitualmente como seus, das profissões à politica, do futebol ao sexo.
Tempo, um bem precioso
O tempo é, actualmente, um dos «bens» mais preciosos na vida de uma mulher, porque se torna cada vez mais raro. No entanto, apesar de terem uma carreira e estarem tanto tempo fora de casa como os maridos, é sobre elas que recai a maior responsabilidade de cuidar dos filhos e gerir as tarefas domésticas.
Em média, uma mulher gasta cerca de oito horas por semana a cuidar dos filhos, enquanto que os homens apenas gastam três horas com essa função. Já as tarefas domésticas ocupam cerca de quatro horas e meia por dia às mulheres, enquanto que os homens despendem apenas uma hora e 15 minutos nessas tarefas.
No entanto, de acordo com um estudo realizado em Portugal, citado pela Publicis, 78 por cento das mulheres considera que a sua situação, no que concerne à divisão das tarefas domésticas é justa ou muito justa. Apenas as mulheres com níveis de escolaridade superiores avaliaram esta situação como injusta.
Com pouco tempo disponível, a mulher actual está sedenta de formas que a ajudem a rentabilizá-lo. Como tal, são cada vez mais as mulheres que encomendam comida pelo telefone e o mercado de congelados nacional apresenta já um crescimento superior à média da União Europeia.
A mulher moderna e a Internet
Com tantos constrangimentos de tempo, a mulher do século XXI acaba por encontrar na Internet uma aliada de força: pode fazer compras com um simples click, acompanhar os filhos nas creches através sistemas de vídeo-vigilância via net, ver montras on-line e pôr a conversa em dia com as amigas.
31 maio 2007
Diferenças ...
http://www.metacafe.com/watch/500746/cheerleader_cat_fight/
... ao anúncio da chamada da mulher para o escritório do chefe:
http://www.metacafe.com/watch/601557/wife_call/
... às cuecas voadoras:
http://www.metacafe.com/watch/561854/fly_up_high/
... ao removedor de tatuagens:
http://www.metacafe.com/watch/602087/tattoo_remover/
... à apresentadora de televisão sensual:
http://www.metacafe.com/watch/470180/pretty_girl/
... às operações de transformação de beleza a 3:
http://www.metacafe.com/watch/610651/sexy_triplets/
... à posse das 2 meninas atrevidas no lançamento de uma corrida de carros mais louca do mundo, o Gumball3000:
http://www.metacafe.com/watch/553024/getting_stickier_at_the_gumball3000_launch/
... à sessão fotográfica para a revista Maxim de uma personagem televisiva popular na televisão grega (mesmo sem ter talento):
http://www.metacafe.com/watch/566256/maria_enezli_maxim_photoshoot/
... à descrição da experiência a dois mais maluca:
http://www.metacafe.com/watch/464092/my_craziest_sex_experience_princessara/
... ao novo visual chocante da Britney Spears:
http://www.metacafe.com/watch/556736/britney_spears_shocks_again/
... à colecção enorme de fotografias com música da bela Scarlett Johansson:
http://www.metacafe.com/watch/469448/beautiful_scarlett_johansson/
... venha o diabo e escolha!
























